José Pinto Júnior

24/01/2019
Natal, Parnamirim, a enfermaria e a UTI
 
Por: José Pinto Júnior
 
O professor Mário Sérgio Cortella explicou: Há mudança para melhor e para pior. Exemplo: Um paciente em um hospital pode sair da enfermaria de alta, ser liberado, ou sair para UTI. Este raciocínio serve feito luva para a política partidária. Ou seja, a mudança pode ser para melhor ou para pior. 
 
Na capital do Estado do Rio Grande do Norte, muitos criticavam Carlos Eduardo Alves. Álvaro Dias é  melhor? Em Ceará-Mirim, falava-se em 70% de rejeição do atual chefe do executivo, Marconi Barreto,  é melhor que Peixoto? Muitos reclamavam do ex-prefeito Klaus Rêgo em Extremoz, o atual Joaz  Oliveira é melhor? Em Macaíba se reclamava de Luizinho, Fernando Cunha é melhor? 
 
Em Parnamirim, as críticas ao ex-prefeito Maurício Marques eram muitas - o atual Taveira é melhor?  Afinal, no que diz respeito as lideranças municipais - receberam alta ou estão na UTI? Há quem concorde com a ideia da UTI. 
 
Já escrevi criticas a Sarney, então veio Collor. Fernando Henrique e Lula. Se debatia com certa  racionalidade. Mas, reclamei. Dilma, reclamei, veio Temer. Achava-se que não podeia piorar, então veio Bolsonaro.  Definitivamente mudar não significa necessariamente melhorar.
 
Mas chego ao quinto paragrafo falando do passado. Já foi decidido. O jogo já foi jogado. A questão  é 2020! Vamos sair de alta, da enfermaria ou vamos direto para UTI via rotatória?