Souza pede ao Governo reforma de museu por solicitação de vereador Marcos Farias

14/05/2019


 
A população cultural e artística de Ceará-Mirim, luta, ao longo dos anos, pela reforma e revitalização do Museu Nilo Pereira.
 
Essa também tem sido uma luta e uma preocupação do vereador Marcos Farias que, infelizmente tem acompanhado essa situação e vendo “in loco” o casarão abandonado e em situação mais que precária.
 
Dezenas de pessoas e artistas locais têm procurado o parlamentar para falar sobre a situação do Museu e pedir apoio no sentido de se encontrar uma solução para o problema.
 
“Precisamos de apoio do Estado para fazer essa reforma e preservar a memória da nossa cidade”, disse o vereador Marcos Farias, que se comprometeu em encontrar um caminho na busca pela melhoria do espaço.
 
O vereador recorreu ao deputado estadual Souza Neto, no sentido de que ele possa intervir junto ao Governo do Estado, na busca de recursos para que se possa recuperar o Museu Nilo Pereira.
 
O deputado, atendendo ao pedido do vereador Marcos Marias, apresentou Requerimento ao Plenário da Assembleia Legislativa, pedindo para que fosse enviado expediente à governadora do Estado, Fátima Bezerra-PT, bem como ao diretor geral da Fundação José Augusto, Joaquim Crispiniano Neto, solicitando a reforma do Museu Nilo Pereira, também conhecido como Casa Grande do Engenho Guaporé, que vem sofrendo com o descaso de abandono e de deterioração em sua estrutura física.
 
Em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa, o deputado Souza destacou, que o Museu é uma antiga e belíssima construção datada da segunda metade do século XIX, edificada em uma elevação que dá a todos que nela chegam uma privilegiada visão do Vale e da cidade de Ceará-Mirim, cujo local teve anteriormente o nome de “Sítio Bonito”, e pertencia ao Barão de Ceará-Mirim, Coronel da Guarda Nacional, Manoel Varela do Nascimento.
 
Por fim, o deputado Souza destacou, que o Casarão está se acabando em pleno Vale, adormecido como um castelo de sonhos, sendo agora, apenas um choro ou lamento de saudade velando uma grande solidão e que “ao visitarmos lembramos que ele representa apenas o que restou de uma vida faustosa que vem se acabando a cada dia, mas que ainda vislumbra uma luz, mesmo que tênue para salvá-lo da destruição total e sem volta”.
 
Atualmente, o Museu atende a uma demanda de 400 a 600 pessoas por mês em visitação, mas que, com a reforma espera-se que esse número aumente ainda mais.