Claudino Leite

21/07/2020
 
FÉ E RESILIÊNCIA EM TEMPOS DE ISOLAMENTO SOCIAL
 
 
PARE E REFLITA...
“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações” (Salmo 46:1).
 
FÉ E RESILIÊNCIA EM TEMPOS DE ISOLAMENTO SOCIAL
De São Paulo recebo na minha bacia das almas o texto da jornalista Tarcyla Costa, minha ex-editora de o extinto vespertino “O Correio Tarde”, intitulado: “Fé e Resiliência em Tampos de Isolamento Social”. Por achar interessante o belo texto publico na íntegra para os meus respeitáveis leitores: “Faço parte de uma geração que nunca enfrentou uma pandemia como a da Covid-19. Mas o mundo já passou por outras provações como essa, com a peste negra (ou peste bubônica que, entre 1347 a 1351, dizimou metade da população europeia) e a gripe espanhola (um subtipo do vírus influenza que de janeiro de 1918 a dezembro de 1920, infectou aproximadamente 500 milhões de pessoas, um quarto da população mundial na época). Para quem só conheceu essa realidade através dos livros de história, esse inimigo invisível vem causando tensão e medo. Haja visto que uma pesquisa divulgada recentemente pelo Minist&ea cute;rio da Saúde aponta que 41,7% dos brasileiros têm apresentado distúrbios de sono durante a pandemia, sem contar quadros de ansiedade, depressão, entre outros aspectos ligados a saúde mental. Vale ressaltar que o distanciamento social, para aqueles que puderam exercer suas atividades em home office, representou uma grande mudança de hábitos. Diminuímos o ritmo de nossas rotinas agitadas e passamos a olhar mais para o nosso “eu interior" (buscando o autoconhecimento), para o nosso lar e para a nossa família, redescobrindo pequenos prazeres que há muito havíamos esquecido: admirar um por do sol, fazer uma pizza caseira com os filhos ou ler um livro quando o sono insiste em não chegar. Porém, não está sendo um período fácil. Hoje os rostos das vítimas da Covid-19 não são mais de desconhecidos. É de um colega de profiss&a tilde;o, um amigo de infância, um contato profissional, o parente de um amigo. Também tivemos que abrir mão dos abraços e passamos a cumprimentar pessoas queridas a distância. Mas é preciso, mais do que nunca, ter resiliência e fé. Tudo isso vai passar e então poderemos substituir o medo por esperança, a tristeza por alegria e, por fim, encher nossos corações de gratidão por vencermos essa pandemia”.
 
“A MINHA GRAÇA TE BASTA”
“E disse-me: A minha graça de te basta, porque o meu e poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois mais me gloriarei nas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo” (II Coríntios 12:9). Quando oramos diversas vezes queremos que Deus faça nossa vontade e, não necessariamente, o que é melhor para as pessoas ao nosso redor, nem o que seria melhor para o seu Reino. Não gostamos de ouvir o que Deus disse ao apóstolo Paulo, que ele já tinha ouvido o suficiente sobre o problema que tinha na carne. Paulo precisava aprender que a graça e a misericórdia de Deus bastavam para sustentá-lo, mesmo nas tribulações e turbulências da vida. Q ueremos que o Criador mantenha tudo em ordem para nós. Daí, lembremos que somos seguidores de Cristo. Se queremos ser como o Salvador, temos que entregar tudo a Ele, a fim de que o Mestre responda as nossas súplicas. Precisamos ser transparentes para o Senhor Jesus redimir outros por meio de nós.  Dessa forma, entenderemos que a graça do Todo-Poderoso é suficiente na nossa vida!  Dessa maneira, “A Minha Graça de Basta”.
 
PASTOR MINISTRO
O pastor evangélico, Milton Ribeiro da Igreja Presbiteriana em Santos (SP), tomou posse na tarde de quinta-feira 15 de julho, em cerimônia fechada para a imprensa no Palácio do Planalto na pasta do Ministério da Educação (MEC).  Em seu discurso de posse o reverendo presbiteriano, ex-vice-reitor da Universidade Presbiteriana de Mackensie de São Paulo (SP), ressaltou que irá conduzir sua gestão fundamentada em princípios constitucionais e respeitando a laicidade do Estado, além de defender a violência nas escolas, obedecendo, fielmente, às ordens do patrão se não cai fora
 
 “ABUSO DE PODER RELIGIOSO”
Atualmente a legislação brasileira prevê o abuso de poder econômico e o abuso de poder político como crimes que podem levar um indivíduo a perder o mandato depois de eleito. Todavia, uma nova regra está prestes a ser inclusa, e já está causando a maior polêmica: é o “abuso de poder religioso.” Se aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o candidato que foi beneficiado por discursos de um pastor ou padre, por exemplo, ao longo da campanha, pode sofrer um processo que pode levar a perda do mandato depois de eleito. Na última eleição houve relatos de pastores candidatos que se reuniram com outros pastores para criar uma rede de influência nas igrejas, direcionando votos dos fiéis.
 
CULTOS PRESENCIAIS
A diretoria da Igreja Evangélica da Assembleia de Deus no Rio Grande do Norte (IEADERN) informa que, mediante autorização das autoridades sanitárias, os cultos presenciais na capital foram retomados   domingo, 19 de julho passado. Pensando na saúde e segurança dos fiéis, foram adotadas medidas preventivas, objetivando retornar às atividades de forma mais segura, esperando a colaboração de todos para somar esforços no enfrentamento à pandemia de COVID-19.
 
SERÁ GUERRA?
Ah! Diria insistente, que guerra é diferente. É sangue, é bomba, é bala, é tragédia. Guerra é tudo aquilo que se convencionou desgraça. Existe a guerra pelas armas - substituídas por ataque certeiros digitais -, e a guerra inviolável vivenciada pelo mundo. Por exemplo, o Covid-19 é uma guerra em que a humanidade não pode se defender. Morre sem ver o inimigo.
 
HIDROXICLOROQUINA?
Apesar das divergências da classe médica do próprio Ministério da Saúde, sob o comando de um general, em documento divulgado pela Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) considera “urgente e neces sá ;rio” que a hidroxicloroquina “seja abandonada no tratamento de qualquer fase da Covid-19”. Também recomenda que o dinheiro público não seja gasto “em tratamentos que são comprovadamente ineficazes e que podem causar efeitos colaterais”, pois as verbas disponíveis sejam aplicadas em equipamentos, em  instalações hospitalares e em medicamentos “eficazes e seguros”. Para a SBI, municípios, estados e Ministério da Saúde devem reavaliar suas orientações de tratamento da doença. As recomendações estão no Informe nº 16 da sociedade, tratando da atualização sobre a hidroxicloroquina no tratamento precoce da Covid-19.
 
SINTOMAS
O texto focaliza dois estudos, realizados com pacientes norte-americanos, canadenses e espanhóis, que concluíram pela ineficácia do uso do medicamento. Segundo o texto, um dos trabalhos demonstrou que não houve redução na duração dos sintomas ou de hospitalização e mortalidade nem mesmo com os pacientes que receberam o medicamento no primeiro dia após o aparecimento dos sintomas. Além disso, 43% dos tratados com hidroxicloroquina apresentaram efeitos colaterais, principalmente gastrointestinais, como dor abdominal, diarreia e vômitos, além de arritmia, de acordo com a médica cardiologista Ruana Pires.
 
PRÉ-CANDIDATO
O médico evangélico da Assembleia de Deus em Natal, Isaac Mário Araújo Cunha, deverá disputar uma vaga na Câmara Municipal de Natal (CMN), nas próximas eleições. Em contato com a coluna doutor Isaac, disse que no partido se filiou ao partido PTB, devendo lutar para se tornar ser o representante evangélico diferenciado na Egrégia Câmara Municipal de Natal.
 
REPÚBLICA DOS MILITARES
Levantamento da Presidência do Tribunal de Contas da União (TCU), determinado pelo plenário, aponta que atualmente são 6.157 militares, da ativa e da reserva, os quais estão ocupando cargos civis em diversos órgãos do governo. Desse total, 2.643 militares ocupam cargos comissionado, outros 1.969 têm contratos temporários de trabalho. Na área da Saúde, 1.249 militares compõem cargos civis no governo do capitão.
 
NOVO IMPOSTO
Apesar da nossa carga tributária muito pesada o Governo Federal continua insistindo em empurrar de goela abaixo para os brasileiros, mais um imposto. O ministro da Economia, o neoliberal Paulo Guedes voltou com a ideia da CPMF, a extinta Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o imposto sobre transações financeiras, só que agora digital. Q uando começou a debater a ideia, o governo ainda não tinha o apoio do Centrão, aqueles partidos que, em troca de cargos, apoiam qualquer governo: de Fernando Henrique Cardoso a Lula e Dilma, até Bolsonaro, dependendo da oferta.
 
CENTRÃO
O Centrão começou fora do governo, não porque quisesse, mas porque o presidente Bolsonaro se elegeu prometendo aos eleitores que ficaria longe do Centrão, que não negociaria com o Congresso, que não compraria deputado ou senador, que não seria igual aos outros governos. Paspém! Porém, o governo Bolsonaro mordeu a língua e segue agora, amigo de in fâ ncia do Centrão. Amigo de infância dos deputados e senadores que na campanha ele julgava como corruptos. E agora com esse apoio doutor Paulo Guedes toma fôlego para botar no colo dos deputados, notadamente, os do Centrão, a criação de um novo imposto para o Brasil.
 
NO CONGRESSO
Os parlamentares se diz contra a criação do novo imposto e cobram mesmo a simplificação da cobrança de tributos sobre bens e serviços, que estaria inserida na Reforma Tributária, a qual foi tirada da gaveta. Mas, Guedes insiste, e até definiu que a alíquota estudada atualmente está entre 0,2% e 0,4% sobre toda a economia digital e o comércio eletrônico, inclusive transações feitas em aplicativos de celular ou na Bolsa de Valores.
 
AS NUVENS DA POLÍTICA
Atribui-se ao ex-banqueiro Magalhães Pinto, velha raposa na política mineira, e ex-governador de MG, a frase: "política é como uma nuvem. Você olha e ela está de um jeito. Depois de cinco minutos, você olha e a nuvem já mudou de lugar. A sentença de Magalhães Pinto permanece atualíssima vendo o cenário político brasileiro. E como as coisas mudam na arrumação política desse pa&iacut e;s amado e idolatrado, notadamente, em época de eleição. Pelo que se vê no amplo palco desse teatro se monta na encenação nas eleições desse ano se a pandemia não atrapalhar.
 
 “SENTAR EM CIMA”
Na reta final do mandato de presidente da Câmara, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), mantém a marca de “sentar em cima” de medidas provisórias ou projetos que não o interessam, como a medida provisória sobre a regularização fundiária. Também havia maioria para aprovar o projeto que acaba o esquema da Agência Nacional de Petróleo (ANP), proibindo à venda direta de etanol aos postos, mas o parlamentar  não deixou que fosse votada, para alegria dos poderosos distribuidores/atravessadores de combustíveis.
 
OBITUÁRIO 1
Morreu na madrugada domingo, 19 de julho, poucas horas depois de chegar aos 94 anos, Alcindo Arnaldo da Silva. A luta do “General” Alcindo, pai do colega jornalista Aldemar de Almeida e Silva, ex-assessor de imprensa da Universidade Federal (UFRN) foi mais dura do que a que ele travou como combatente da Força Expedicionária Brasileira na Itália, que ele se dispôs participar como voluntário. A luta contra um vírus desconhecido e covarde foi mais sangrenta, pois lhe ceifou a vida. Minhas condolências ao colega Aldemar e demais familiares.
 
OBITUÁRIO 2
Também, faleceu na mesma data, o caicoense Francisco Barros (Ciduca), apenas dois dias após o óbito sua esposa Maria Aparecida. O casal estava internado há 20 dias e havia testado positivo para a Covid-19. Ciduca era escritor e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Nas suas obras literárias contava ‘causos’ vividos no banco e da população seridoense. Também escreveu um livro no qual relatava experiências de pessoas que venceram o câncer. Sempre solidário, ajudava diversas instituições, destinando para elas a renda de suas publicações.
 
GIRO PELO TWITTER...
...Com atraso, parabenizo a minha querida e linda neta, residente em João Pessoa (PB), Ana Lívia, orgulho do vovô, que amanheceu sábado, 18 de julho último, de idade nova. Aninha, Deus lhe abençoe, grandiosamente, hoje e sempre. Beijos e saudades do vovô;
...Vejam só: o mau-caratismo de sempre, os planos de saúde criam todas as dificuldades para pagar testes para diagnóstico de Covid-19, com a garantia de omissão da “agência reguladora” ANS;
...Em vez de criar imposto, o governo deveria reduzir privilégios
como carro oficial e penduricalhos indecorosos tipo auxílio-moradia, biênio, triênio...;
....Acabou o Globo Esporte local na Intertv. É um retrocesso na comunicação esportiva. Com paciência e descompasso com Natal, os forasteiros da emissora vão aniquilando o jornalismo, salvo Emily Virgílio. O programa teve início em 1988 com o jornalista Madson Fernandes; e
...O Brasil tem média de 1.055 mortes por dia por coronavírus na última semana; oito estados têm alta de mortes, segundo informação do consórcio de veículos de imprensa.