Parnamirim ocupa um lugar de destaque no quesito sustentabilidade

14/05/2021


 

Nesta quinta-feira, no jornal Potiguar Notícias - Primeira Edição, a jornalista Heloísa Macedo entrevistou Rárika Bastos, secretária adjunta da SEMSUR (Secretaria Municipal de Serviços Urbanos) em Parnamirim, que falou sobre o desenvolvimento sustentável do município, além da necessidade de conscientizar as pessoas sobre os cuidados com o meio ambiente e a urgência das energias renováveis no estado. 
 
Segundo a secretária, dentro do contexto da região metropolitana, Parnamirim ocupa um lugar de destaque no que diz respeito à sustentabilidade, uma vez que não possui tantos marcos regulatórios, além de possuir um gerenciamento positivo. De acordo com suas informações, o município também apresenta uma notória eficiência energética, um avanço na área da saúde, além de cumprir um descarte adequado de resíduos, fatos que o colocam, conforme a secretária, em um patamar de superioridade em comparação com Natal em termos ambientais
 
Em relação à conscientização da população no descarte do lixo, a secretária salienta: "para termos uma cidade limpa, é necessário planejamento e envolvimento da população. Nesse sentido, o tripé da sustentabilidade é pautado por três agentes indispensáveis: a iniciativa privada, o poder público e o cidadão. Pelos marcos regulatórios e as leis que precisam ser atendidas, o que vemos, muitas vezes, é uma briga intensa entre a iniciativa privada e os agentes públicos; mas isso não deve interferir na sensibilidade das pessoas no que tange à limpeza das ruas, que só virá mediante planejamento e uma boa programação, as quais incitem na população a criação de novos hábitos dentro da coletividade".  
 
No que se refere às energias renováveis no nosso estado, Rárika Bastos ressalta: "no nosso país, temos um enorme potencial quando o assunto é hidrelétricas. Além das energias vinda das águas, temos a biomassa com o etanol; na sequência, temos a produção eólica, setor em que o Rio Grande do Norte se coloca em um patamar de liderança em território nacional, tendo, nos últimos anos, um aumento de potência com a ampliação dos parques onshore (em terra) e offshore (no mar). Portanto, temos um potencial enorme, mas precisamos da articulação política para aproveitarmos ainda mais essa força", finaliza.