Perfil do Prof. Dr. Márcio Adriano de Azevedo: biografia de curta duração

25/05/2021

Por: Dra. Ilane Ferreira Cavalcante (IFRN/PPGEP) & Dra. Andrezza Tavares
Foto: Prof. Dr. Márcio Adriano de Azevedo (PPGEP/IFRN)

 

Perfil do Professor Dr. Márcio Adriano de Azevedo: A vivência no PPGEP/IFRN significa realização por meio de docência na pós-graduação stricto sensu

 

      Perfil jornalístico sobre o Professor Márcio Adriano de Azevedo, Doutor em Ciências da Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e docente no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), em Natal/RN.  Esta produção de jornalismo literário compreende uma atividade de autoria coletiva realizada por Ilane Ferreira Cavalcante, Heriberto Silva Nunes Bezerra, Jean Carlos Dias Ferreira e Judithe da Costa Leite Albuquerque, pesquisadores vinculados ao Programa de Pós-Graduação Acadêmica em Educação Profissional (PPGEP) do IFRN.  O perfil do professor Márcio Azevedo realça a sua história e a atuação no IFRN até o momento atual, destacando as atividades desenvolvidas como professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional (PPGEP).

      O professor Márcio Adriano de Azevedo é Pedagogo, especialista em processos educacionais, mestre em Educação, com enfoque em política e gestão da educação e doutor, também, em Educação com enfoque em política e gestão da educação. Todos estes processos pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte com estágio pós-doutoral em Sociologia da educação, pela Universidade do Minho, em Portugal, como resultado de um convênio celebrado entre as duas instituições IFRN e UMinho.

      Ingressei no Instituto Federal em 2009, por meio de concurso público, começando a trabalhar no campus João Câmara. Em 2012 foi remanejado para Natal em razão da implantação da oferta de mestrado no IFRN Campus Central, fazendo parte do grupo que concebeu o currículo para o mestrado acadêmico em educação profissional.

      Em João Câmara, atuou na Licenciatura em Física e no Curso Técnico em Cooperativismo PROEJA, com a disciplina de Sociologia. Também coordenou um curso de especialização em educação de jovens e adultos, educação do campo, financiado pela SECADI, Coordenou um curso de Geografia, Educação e Sustentabilidade para o Semiárido, financiado pelo CNPQ, coordenou o Projovem Campo saberes da terra. Ainda em João Câmara desenvolveu alguns projetos de extensão na comunidade indígena do Amarelão e projetos junto aos assentamentos. Atuou no Profuncionário, que é um programa desenvolvido pelo campus EAD para a formação inicial de profissionais da educação.

       No campus Natal-Central, atuou nas licenciaturas, no Curso de Tecnologia em Gestão Pública, assumiu a coordenação de educação superior, chamada COESUP e foi convidado para ser diretor acadêmico e implantar o campus Canguaretama. Já no campus Canguaretama, além de diretor acadêmico, exerceu várias vezes a função de diretor geral como substituto. Atuou no Curso Técnico Subsequente em Eventos e no curso de especialização em EJA no contexto da diversidade e continuava atuando no PPGEP. Também em Canguaretama esteve envolvido com vários projetos de extensão, o primeiro foi desenvolvido na comunidade indígena do Catu.

      O professor também esteve envolvido com vários projetos de pesquisa, destacando o Observatório indígena. Esteve à frente da implantação do Observatório da Diversidade. Voltou para Natal, em 2016, para assumir a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação, onde esteve até 2019. Atuou como coordenador acadêmico para a área da educação do convênio do Instituto Federal com a Universidade do Minho.

      Ao longo de sua atuação no IFRN fez inúmeras capacitações proporcionadas pela instituição, pois existe um plano de capacitação para servidores. O professor afirma que “Me sinto privilegiado, porque desde que entrei na instituição fui convidado para compor assessoria junto à Pró-Reitoria de Ensino na época, e eu foi um dos servidores que esteve diretamente vinculado à elaboração do Projeto Político Pedagógico que ainda está em vigência”. Depois também teve a oportunidade de participar de projetos e cooperações internacionais, como, por exemplo, o Programa de Fortalecimento da Educação Profissional do MERCOSUL e uma missão sobre práticas interculturais na região do Chaco, pela CAPES. Foram tantas as experiências que, ele afirma, nem cabem no Lattes.

      O PPGEP também contribuiu para a sua formação, porque seu sonho era ser professor de pós-graduação stricto sensu. Com certeza, o programa trouxe, para além dos aspectos acadêmicos, um ganho político e social muito forte, não só para o IFRN, mas para o seu entorno de alcance. A ideia do PPGEP era de ser um programa que nasceria dentro do campus Natal Central com professores do campus Natal Central. E começou um grupo de trabalho coordenado pelo prof. Dante Moura que envolveu os membros do NUPED que é o Núcleo de Pesquisa que ele coordena. Ele convidou professores que estavam em outros campi para contribuir com o projeto em função dos critérios de currículo e produtividade exigidos pela CAPES, com isso, formou-se o grupo que submeteu o projeto do PPPGEP.  

      O prof. Márcio Azevedo acredita que o PPGEP é importante por diversos fatores. “Primeiro, porque cumpre função acadêmica e social relevantes, depois porque dá visibilidade à instituição, afinal, salvo melhor juízo, foi o primeiro mestrado acadêmico de um Instituto Federal no Brasil. Traz a possibilidade de capacitação dos servidores da rede federal, traz a possibilidade de verticalização para os estudantes em nível de graduação, fortalece os processos de pesquisa ou de iniciação científica numa perspectiva stricto sensu, e esses são apenas alguns dos seus aspectos positivos”.

 

Fonte: Prof. Dr. Márcio Adriano de Azevedo (PPGEP/IFRN)