"Precisávamos de um nome que dialogasse com o consumidor", diz Fátima Torres

07/06/2021

Por: Redação PN

 

 

         Nesta segunda-feira, no jornal Potiguar Notícias - Primeira Edição, o advogado Evandro Borges entrevistou Fátima Torres, coordenadora do CECAFES-RN (Central de Comercialização da Agricultura Familiar e Economia Solidária), que falou sobre a mudança do nome do órgão para Mercado da Agricultura Familiar, além dos produtos que são comercializados no varejo.

         Segundo a coordenadora, o Mercado vem recebendo uma série de apoios de movimentos sindicais, que são, na verdade, os gestores do órgão através de um comitê. Segundo ela, a motivação para a alteração do nome da instituição se deu por meio do trabalho de uma equipe de marketing, a qual preconizava a adoção de um 'nome fantasia' que dialogasse com a comunidade que consome os seus produtos.

          Em relação aos produtos mais  comercializados no varejo pela agricultura familiar, Fátima Torres explica: "as frutas e hortaliças (sobretudo orgânicas) são o nosso carro-chefe. Além desses, os artigos das bases das nossas cooperativas também são muito procurados, como mel de abelha, castanha de caju, os derivados do leite (queijos e maneiga), as polpas de frutas, a galinha capira e o carneiro.são ofertas cotidianas do nosso trabalho aos consumidores da grande Natal".

          No que se refere à relação entre o Mercado de Agricultura Familiar e as queijeiras, a coordenadora ressalta: "nós temos acompanhado o trabalho do governo cidadão, que está financiando a implantação de diversas queijeiras na região do Seridó, as quais, inclusive, se tornaram nossas parceiras comerciais. Na verdade, o grande desafio que se apresenta para essa região do estado é o caminho da legalização desses mercados, além da diversificação na produção, sobretudo no que tange aos produtos derivados do leite", finaliza.

 

Para assistir à entrevista, acesse o link: https://youtu.be/vbqD08cbOAg