“Eu serei o próximo presidente do Brasil”, declara Datena

18/10/2021

Por: Otávio Albuquerque
Foto: extra.globo.com

 

Na última semana, em entrevista à Revista Veja, o apresentador e postulante à presidência José Luiz Datena (PSL-SP) analisou o cenário político atual, sobretudo no que se refere à corrida ao Palácio do Planalto. De acordo com o comunicador, existe uma convicção de sua parte de que será o próximo presidente da República.


Segundo Datena, a política brasileira precisa de pessoas honestas e o motivo para querer se tornar o mandatário da nação é justamente a credibilidade que sempre demonstrou no exercício da sua profissão. “Sou um cara que não rouba, sou honesto. Quando o dever público te chama, é importante que atenda. Se não, será governado pelos maus”, ressaltou o jornalista policial.


No que concerne à expectativa de polarização entre Lula e Bolsonaro na disputa presidencial, Datena aponta que sua preferência é pelo petista, mas que não votaria em nenhum deles, uma vez que entende a necessidade de uma “terceira via”. Ademais, esbanjando confiança, o pré-candidato faz uma previsão otimista de sua campanha: “Estou certo de que serei o próximo presidente”, declarou.


No que se refere à suposta “culpa” do PT na ascensão e consequente vitória de Jair Bolsonaro na eleição de 2018, Datena afirma, em consonância com as palavras de Ciro Gomes, que Lula e a esquerda foram responsáveis pelo êxito do atual chefe do executivo federal. “Quem criou Bolsonaro foi a esquerda, o Lula indo para a cadeia, o Lula criando a Dilma, o pior governo de todos os tempos, que jogou o país no nosso pior período recessivo. Bolsonaro não foi eleito pelos méritos dele. Quem o elegeu foi a péssima condução dos regimes de esquerda. A incompetência da esquerda elegeu Bolsonaro, e a incompetência do governo Bolsonaro está agora trazendo Lula de volta”, ratificou o apresentador.


Por fim, Datena salientou que Bolsonaro, a quem apoiou na última disputa presidencial, cometeu inúmeros crimes contra a população brasileira durante a vigência da pandemia do novo coronavírus. “É crime pra caramba, é crime contra a humanidade. O fato de não usar máscara e provocar aglomerações também”, concluiu.