Fugazes lideranças e a política de Parnamirim

23/11/2020

Por: REDAÇÃO DO PN
 
 
A história recente de Parnamirim mostra que a arte da política no município é também a arte de moer novas lideranças. Surgem novos nomes, mas não perduram.
 
O ex-deputado Gilson Moura disputou por duas vezes a prefeitura de Parnamirim. Quase derrotou Maurício Marques, então liderado de Agnelo Alves.
 
Tempo depois Carlos Augusto Maia, foi eleito vereador e ligo depois deputado.  Enfrentou o então candidato Rosano Taveira e só não venceu porque o então articulador de Taveira, ex-prefeito Mauricio Marques nada fez para barrar a candidatura do então presidente da Câmara Municipal, Ricardo Gurgel. Os votos de Ricardo e Carlos foram em maior número que os votos dados a Taveira. Mas, a desunião da oposição elegeu Taveira.
 
Carlos depois de ter grande votação para Prefeitura de Parnamirim, perdeu o mandato de deputado estadual. Na eleição do último dia 15, seu nome ficou fora do jogo. Não elegeu o irmão vereador.
 
O ex-prefeito Maurício Marques que elegeu Taveira há quatro anos atrás viu seis votos derreterem. Primeiro para deputado, há dois anos atrás. No último dia 25 de novembro, derreteram ainda mais.
 
O ex-presidente da Câmara Municipal, Ricardo Gurgel, decidiu a eleição majoritária há quatro anos atrás, ficando em terceiro lugar e garantindo a vitória de Taveira. No dia 15 deste mês perdeu para vereador.
 
As lideranças em Parnamirim não criam raízes. Nascem e desaparecem. A história recente oferece vários exemplos de como nasceram e derreteram nas urnas , às fugazes lideranças políticas no município.