Debate PN: Não existe projeto de inclusão social sem projeto de inclusão digital

09/02/2021

Por: Jessyanne Bezerra

 

Em debate sobre a educação durante a pandemia, o auditor fiscal e engenheiro, Fernando Freitas e a coordenadora do SINTE (Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte), Simonete Almeida, comentam sobre o retorno das aulas e sobre as dificuldades a serem enfrentadas.

A maior problemática da educação estadual no período da pandemia tem sido a questão de oferecer as mesmas condições para alunos da rede pública e privada. Para que os alunos das instituições públicas não sofram com o atraso educacional, foi criado um auxílio tecnológico para que os estudantes pudessem ser integrados no EAD. “O IFRN e a UFRN disponibilizaram um valor para os alunos carentes, um valor de até R$ 1.200, para a compra de equipamentos como notebook, computador e smartphone, para ter o acesso as aulas online” afirmou Fernando Freitas.

Para fazer a educação a distância é preciso ter a tecnologia, como aparelhos, e ter uma internet que permita uma videoconferência. “Não existe projeto de inclusão social sem o projeto de inclusão digital” declarou o auditor fiscal Fernando Freitas e acrescentou “hoje existe a necessidade de levar a internet de forma gratuita e de qualidade para as comunidades mais carentes”.

Em relação ao cenário dos professores, que também estão sendo afetados diretamente com as mudanças da pandemia, a Simonete Almeida, coordenadora do SINTE, esclareceu “é uma situação que já está havendo o debate do ensino hibrido, apesar de que precisar ser muito bem estudado porque sabemos que será uma jornada dupla para o profissional da educação, pois, terá que preparar a aula presencial e para os alunos que estarão em casa”.

Para saber mais acesse o link do debate: https://youtu.be/9OFnyMesBZo