Andrezza Tavares

28/03/2020

 Andrezza Tavares

Luciano Santos

 

Para enfrentar o COVID-19 inúmeras nações do planeta optaram pelo isolamento social como medida para a mitigação da transmissão da doença. Entre as medidas adotadas merecem destaque o fechamento de escolas, fábricas, comércios, bares, restaurante, cinemas, circos, diminuição da circulação de transportes coletivos, trens, metrôs e de espaços de aglomeração, entre outras.

Diante da problemática mundial que afeta diretamente as unidades escolares, públicas e privadas, a alternativa segura e criativa encontrada foi à transposição de aulas presenciais para aulas eletrônicas por meio da disponibilização dos conteúdos na INTERNET. A novidade desse contexto é o alargamento do uso pedagógico do ciberespaço, transformando a INTERNET em aliada valiosa de professores, estudantes, gestores, comunidades escolares... Sem dúvida, essa conexão profícua será um aspecto que tenderá a se preservar mesmo com o tão desejado e necessário  final da Pandemia COVID-19.  

A novidade boa da internet, como aliada incrível da mediação pedagógica dos processos educativos, tem sido possível em função do uso de redes sociais, de portais e de plataformas (Moodles, Skype, WhatsApp, Instagram, Facebook, Youtuber, entre outros).

Assim como as aulas presenciais, as aulas eletrônicas também são intencionalmente planejadas pelos profissionais docentes que desenvolvem projeções, orientações, mediações didáticas, estudos sobre novas tecnologias e avaliação. Sendo assim, cabe a todos a superação de preconceitos e o engajamento com as aprendizagens escolares plugadas. Neste momento aula eletrônica é a alternativa mais assertiva para diminuir os impactos limitadores do desenvolvimento humano provocado pelo afastamento de crianças e de adolescentes das instituições escolares.  Aulas plugadas ativar!!!